segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Os padres dispensam o poder salvador do Sangue de Cristo

“Podemos entender porque Catarina, embora consciente das carências humanas dos padres, sempre teve uma grandíssima reverência por eles: dispensam, através dos Sacramentos e da Palavra, o poder salvador do Sangue de Cristo.”

- Papa Bento XVI, Catequese sobre Santa Catarina de Sena
24 de novembro de 2010

Nós, cristãos, assim como Santa Catarina, temos consciência das carências humanas dos sacerdotes. Mas elas não devem jamais constituir-se barreiras que impeçam o devido respeito para com eles. E por quê? Porque são eles que “dispensam, através dos Sacramentos e da Palavra, o poder salvador do Sangue de Cristo”. E não é um poder simbólico, não é um poder no sentido “figurativo”. Ora, Cristo, ceando com seus discípulos, ordena-lhes que celebrem a Eucaristia em sua memória. E a Eucaristia é a celebração do próprio Sacrifício de Cristo, do Cordeiro que é imolado por cada um de nós. Com efeito, a mensagem da Cruz não acaba com a crucificação de Nosso Senhor. Nos altares de nossas igrejas o próprio Jesus é novamente vítima da expiação pelos nossos pecados. E é o sacerdote – “alter Christus” – que celebra este grandiosíssimo mistério. É também o ministro ordenado que recebe do próprio Filho de Deus o poder de perdoar pecados. “Recebei o Espírito Santo”, diz Nosso Senhor. “Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados” (Jo 20, 23). Com efeito, não é uma missão confiada “a qualquer um”. Jesus, quando institui os sacramentos da Eucaristia e da Penitência, está reunido com os seus discípulos mais próximos, com os apóstolos.

Por isso, diz Santo Ambrósio, “a dignidade sacerdotal é neste mundo a mais alta de todas as dignidades”. São Francisco de Assis afirma: “Se eu visse um padre, primeiro ajoelharia diante do padre, e depois diante do anjo”. Quanta reverência para com os sacerdotes os santos nos ensinam a cultivar! E quantas vezes temos ousado dizer que o ofício sacerdotal é um como qualquer outro, ou que o padre é um ser humano comum, como qualquer um de nós e que, por este motivo, não seríamos obrigados a respeitar-lhe e reverenciar-lhe. “Ó venerável dignidade a dos sacerdotes, entre cujas mãos o Filho de Deus encarna como encarnou no seio da Virgem!”, exclama o piedoso Santo Agostinho. Quanta tolice deixar de considerar a grandeza deste ofício, pelo qual nós, os pecadores, recobramos a graça de Deus e nos alimentamos do Pão da imortalidade!

Demos graças todos os dias a Deus pelo sacerdócio, dom de cuja riqueza toda a Igreja se nutre. E que a Santíssima Virgem Maria seja modelo de humildade, obediência e fidelidade para os sacerdotes do nosso século.

Graça e paz.
Salve Maria Santíssima!


Everth Oliveira


Fonte: http://beinbetter.wordpress.com/

http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/9698/Artigo-de-Everth-Oliveira-Os-padres-dispensam-o-poder-salvador-do-Sangue-de-Cristo

Anunciadores apaixonados

Anunciadores apaixonados

Há quem tenha medo das novas tecnologias. Porém, o problema, seguramente, não são as novas tecnologias. O grande problema é o que se traz no coração, para que esse conteúdo seja positivo, iluminado pela Palavra e, assim, se comunique com os demais. Por isso o Papa Bento XVI, na sua mensagem para o Dia Mundial das Comunicações, afirmou que os sacerdotes (e, por conseguinte, todos os agentes de pastoral) deveriam ser anunciadores apaixonados da Palavra.

Perceba: não simples anunciadores, mas apaixonados, porque somente assim quem receber o conteúdo dessa comunicação se dará conta de que naquela Palavra estão as razões de sua vida.

A Igreja, com suas atividades e também com sua comunicação, deve se comunicar com o homem de hoje, a mulher de hoje, que caminha no mundo, que são amados por Deus, e lhes comunicar essa verdade: que Deus os ama apaixonadamente. Acredito que hoje essa é a grande mensagem que a Igreja precisa comunicar ao mundo: a ternura de Deus para com o outro. O mundo carece dessa experiência de amor gratuito e incondicional.

Mas como fazer isso se o comunicar não tiver experimentado primeiro dessa ternura? Como falar daquilo que não se conhece? É por esse motivo que, embora seja necessário investir na capacitação técnica para atuar nesses meios, nessa nova cultura, a Igreja precisa, igualmente, cuidar da espiritualidade de seus agentes.

De fato, a capacitação técnica é um dos grandes desafios para o crescimento da comunicação eclesial, pois não cabe aqui amadorismos. Mas nos meios de comunicação da Igreja a espiritualidade do comunicador e o trabalho de unidade na diversidade são outros dois pontos essenciais e igualmente desafiantes.

Unidade na diversidade

O presidente da Comissão Episcopal para a Cultura, Educação e Comunicação Social da CNBB, o Arcebispo do Rio Dom Orani Tempesta, destacou no Encontro Nacional da Comunicação, realizado no Santuário de Aparecida, em julho de 2010, destacou que o profissional de comunicação na Igreja deve ter capacitação técnica, porém precisa, especialmente, ter uma profunda espiritualidade e uma visão de Igreja que possibilite a partilha, a ajuda mútua e a unidade.

O Arcebispo manifestou a sua preocupação com o trabalho em unidade, pelos diversos serviços e carismas na Igreja. Esse é, segundo ele, o nosso grande desafio interno. “Devemos pensar como poderemos trabalhar juntos, valorizando a diversidade, porque não existe um modo de pensar único. Temos, portanto, como grande desafio o trabalhar sentindo com a Igreja, unido um com o outro, valorizando a diversidade.”

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por Andréia Gripp Missionária da Comunidade de Aliança Shalom


http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=5000

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

JESUS NAS PRAÇAS


O “Jesus nas praças” é um projeto da RCC do estado de Minas Gerais baseado em um projeto pré-existente da RCC do estado do Paraná que se chama “Jesus no litoral”, que já chegou a diversos outros estados brasileiros com a finalidade de evangelizar nas praias e que conseguiu realizar um grande trabalho com a juventude local. Através desta ação, viu-se a possibilidade de realizar em Minas Gerais um trabalho no mesmo estilo, que pudesse levar a juventude à evangelização e à cidadania em local público. Minas Gerais não possui mar, mas possui muitas praças freqüentadas por inúmeros jovens. Diante disso, nasceu o sonho de evangelizar em um local público que atingisse a todos aqueles que passassem por ali. Nossos jovens têm a necessidade de expressão, precisam se movimentar e se colocar a serviço. Tendo em vista essa realidade, propõe-se esse projeto que pretende reunir a juventude de todas as dioceses da Arquidiocese de Juiz de Fora em um único objetivo: resgatar almas para Deus, mostrando que é possível construir a tão sonhada Civilização do Amor.
O Projeto “Jesus nas praças” será executado na Praça Antônio Carlos no dia 18/09 das 13 às 22 horas, alcançando toda a Arquidiocese de Juiz de Fora e tem por objeto ações que visam contribuir na transformação social, humana e espiritual. O ponto central é a conscientização do valor da vida, desenvolvendo atividades de lazer através de esporte, música, dança artes, gerando saúde e alegria contrapondo assim ao “mal do século” da violência, das drogas, da depressão enfim, de tudo o que gera morte na sociedade.
Com o evento, pretendemos alcançar cerca de 10000 pessoas durante toda a tarde.
Estrutura do evento:
. Evangelizashow – DJ e tenda eletrônica, shows com Ministério Aliança Divina, Ministério Ruah, Projeto Exaltai, Banda Shemá Israel e lançamento do 2º CD do Frutos de Medjugorje.
. Tendas de oração e confissão
. Espaço kids – pintura facial, escultura de balões, contadores de história...
. Stands religiosos e sociais – psicologia, fisioterapia (análise da postura, verificação inicial de problemas de colunas com posterior encaminhamento para um médico especialista, dicas de ergonomia), palestras sobre saúde, aferição de pressão e de glicose, corte de cabelo, cadastro de doação de medula...
. Praça de alimentação
. Abordagem às pessoas que estiverem passando pela praça e próximo à mesma
. Missa – Pe. José Maria

Será uma benção!!!
Realização: Ministério Jovem da RCC-JF

quinta-feira, 15 de julho de 2010


O Desafio do Vestibular

Vestibular, segundo o dicionário, é o "exame para ingresso no ensino superior"; na prática, sabemos que não é assim tão simples. Este "exame" é marcante na vida de todo jovem (e, infelizmente, nem sempre as marcas deixadas são positivas). O jovem é capaz de fazer os maiores sacrifícios, de deixar tudo, amigos, grupo de oração e qualquer espécie de lazer e divertimento para obter a aprovação.

Cada vez mais cedo, os colégios começam a preparar os alunos para este concurso. E os jovens, atônitos, vêem-se jogados numa rotina estafante de muitas horas de estudo, aulas, simulados e toda uma parafernália montada em torno deles, tendo em vista unicamente o seu "sucesso" no famigerado vestibular. À sua volta, gritam muitas vozes internas e externas: "Você tem de ser o número um!"; "Ser bom só, não é suficiente!"; "Meu filho vai fazer medicina, afinal ele não pode desperdiçar tanta inteligência..."; "Quer morrer de fome, menino? Onde já se viu ganhar dinheiro fazendo vestibular para Física????"; "Enquanto você está aqui perdendo tempo, tem um concorrente seu estudando!"...

No meio de tudo isso, mergulhado numa rotina que chega a ser cruel, raramente o jovem é capaz de perceber a importância e o sentido desse momento, afogado que está na objetividade do ter de passar de qualquer jeito. Por causa da falta de sentido, o que era para ser apenas um exame, acaba se tornando uma verdadeira tortura, um gigantesco turbilhão gerador de frustrações.

Antes de ser "vestibulando", o jovem é um ser em busca de sentido, que originalmente deseja e procura a felicidade, ou um motivo para ser feliz, como diria Viktor Frankl, fundador da Logoterapia.

Descobrir o sentido de sua vida: este é o grande desafio do jovem de hoje. E este sentido pode estar muito ligado à profissão que vai exercer ao longo da vida. Somos chamados a transformar, a recriar o mundo e fazemos isto através dos talentos que nos foram confiados por Deus, dentro do exercício de nossa profissão, do nosso trabalho. E, no que toca esta questão, os estudos têm grande importância, porque, além de proporcionarem ao jovem a descoberta daquilo para o qual foi criado, também vão prepará-lo, dando-lhe subsídios para colocar isso em prática.

Os estudos figuram, então, como um caminho de crescimento e de amadurecimento na descoberta do sentido, não só porque trazem à tona os talentos e aptidões, mas também, e principalmente, por causa da disciplina e do trabalho que eles desprendem. A partir desse tempo de descoberta e discernimento, a pessoa vai se conhecendo, descobrindo suas inclinações e conciliando aquilo de que gosta com aquilo que sabe fazer.

Nos dias de hoje, mais do que nunca, a educação precisa ser voltada para a responsabilidade. Ser responsável é ter a capacidade de fazer escolhas. E a escolha profissional é de cada um e não dos pais. Cada um é livre para escolher o que quiser e essa escolha, de um modo bem particular, é muito séria. Não deve de modo algum ser feita aleatoriamente e nem se basear em um mito do tipo: "Vou escolher o curso X porque é o que dá dinheiro" ou, então, o que é mais triste: "Não sei o que vou fazer, vou marcar qualquer um".

Não se deve trocar a realização pessoal e profissional por uma brincadeira, por uma escolha feita pelos pais, amigos ou quem quer que seja e muito menos pela ilusão do dinheiro ou do "status". É por causa desse tipo de engano que vemos tantos profissionais medíocres, tantas pessoas frustradas. É preciso escolher bem e ser responsável por aquilo que se escolhe e ir até o fim, dar o melhor de si. Se não somos coerentes com aquilo para o qual fomos criados ou se não nos responsabilizamos pela escolha que fazemos ou ainda, se brincamos com nossas escolhas, corremos o sério risco de jogar nossa vida e seu sentido pela janela. Temos um compromisso, uma responsabilidade com a nossa vida e ninguém pode fazer a escolha no nosso lugar. Ninguém pode nos impor o modo nem o montante com o qual vamos contribuir com Deus na missão a que fomos chamados, já que esse chamado é pessoal e a escolha livre que fazemos ou não a partir desse chamado também o é.

Nesse caminho, Deus mesmo vai abrindo as portas que deseja. Muitos jovens já sofreram com o fato de não terem passado no vestibular, entretanto, não conseguiram essa aprovação porque, certamente, Deus tinha reservado algo muito melhor para eles. Porém, não se pode culpar a Deus quando, aparentemente, não recebemos nada "em troca". Muitas vezes o "não passar" é fruto de uma negligência nossa, por não abraçarmos esse tempo como um momento único da vida, como uma oportunidade de crescer, conhecer, aprender. Deus quer que vivamos esse tempo correndo todo o tipo de "risco", com as alegrias e conquistas, mas também com os aparentes erros e fracassos, para que com eles amadureçamos como jovens de Deus, que têm Nele a razão de passar por isso tudo. Se a vontade de Deus é a razão do nosso vestibular, não sofreremos tanto com as decepções, pois já teremos a paz garantida.

É preciso, portanto, perceber o vestibular não como um fim em si mesmo, muito menos como um instrumento de mensuração da inteligência - como muitos querem afirmar -, mas como uma maneira de descobrir e começar a realizar aquilo para o qual fomos criados e de, dando o nosso melhor, contribuirmos com Deus em favor da humanidade e da construção do Reino.

Renata Mattos Dourado Bezerra

http://www.comshalom.org/formacao/vidacrista/desafio_vestibular.html


domingo, 11 de julho de 2010

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As lágrimas desaparecerão

Tudo mudará! Vinde logo, vinde depressa, Senhor Jesus!

Uma médica que trabalha na UTI de um hospital da periferia de São Paulo comentou-me, em certa ocasião, a história de um rapaz que tinha resolvido surfar em cima de um trem de subúrbio. Caiu e ficou tetraplégico e foi para a UTI em coma. Essa médica me contava também do desespero da mãe. Na hora da visita, a mãe vinha, e a médica tinha que intervir, porque ela se jogava em cima do filho, chorando, querendo-o de volta, e ele em coma. Estavam tentando salvar a vida, mas a mãe desesperada, gritava pela vida do filho. Porque mãe é assim. O filho era drogado, um mal elemento. Mas a mãe é mãe!

Se a mãe não quer perder um filho drogado, Deus, como Pai, tampouco quer perder seus filhos. E Ele está fazendo de tudo para não perder ninguém.

A esperança que temos é de que a grande maioria de nós, filhos de Deus, estaremos nessa terra nova. Não pense que será a minoria. O inimigo de Deus pensa que pouquíssimos irão se salvar.

Existem, eu sei, revelações particulares que falam em pessoas, em quantidade caindo no inferno, porém nem mesmo essas revelações particulares querem dizer que a maioria está condenada. O sangue e a salvação de Jesus são muito mais fortes e poderosos. Tenha certeza!

Veja no livro do apocalipse:

"Depois disso, eu vi: Era uma imensa multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos povos e línguas. Estavam de pé, diante do trono diante do Cordeiro, trajados com veste brancas e com palmas na mão" (Ap 7,9).

Seremos muitíssimos, a maioria, e estaremos nessa terra nova. O Catecismo da Igreja Católica confirma essa esperança:

"Neste 'universo novo' (Ap 21,5), a Jerusalém celeste, Deus terá a sua morada entre os homens. 'Enxugará todas lágrimas de seus olhos, pois nunca mais haverá morte, nem luto, nem clamor e nem dor haverá mais. Sim! As coisas antigas se foram' (Ap 21,4). Para o homem, esta consumação será a realização última da unidade do gênero humano, querida por Deus desde a criação e da qual a Igreja peregrinante era 'como que o sacramento' ". (CIC 1044 e 1045)

O mundo será renovado:

"Quanto ao cosmos, a Revelação afirma a profunda comunidade de destino do mundo material e do homem" (CIC 1046).

O Catecismo ainda explica:

"Também o universo visível está, portanto, destinado a ser transformado, 'a fim de que o próprio mundo, restaurado no seu primeiro estado, esteja sem mais nenhum obstáculo, a serviço dos justos', participando da sua glorificação em Cristo ressuscitado. 'Ignoramos o tempo da consumação da terra e da humanidade e desconhecemos a maneira de transformação do universo. Passa certamente a figura deste mundo deformado pelo pecado, mas aprendemos que Deus prepara uma nova morada e uma nova terra. Nela habita a justiça e sua felicidade irá satisfazer e superar todos os desejos da paz que sobem aos corações dos homens' "(CIC 1047 e 1048).

Esse mundo novo não será conseqüência apenas do esforço humano, como alguns pensam. O orgulho humano é que imagina que a humanidade irá progredindo na ciência, na medicina, nos negócios, em todas as coisas e assim chegará a essa terra nova.

O Catecismo da Igreja Católica tira de nós essa ilusão. Explica que não é pelo resultado de esforços humanos que se chegará a uma terra nova, mas pela intervenção de Deus. Será Jesus que virá e nessa intervenção mudará todas as coisas.

"...o Reino não se realizará por um triunfo histórico, segundo um progresso ascendente, mas por uma vitória de Deus sobre o desencadeamento último do mal" (CIC 677).

A grande reviravolta acontecerá! Na hora em que Satanás menos esperar, será expulso.

"Vi, então, um anjo que descia do céu. Tinha na mão a chave do abismo e uma pesada corrente. Apoderou-se do dragão, da antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e o acorrentou por mil anos. Precipitou-o no abismo, fechando-o e lacrando-o com um selo, para que não seduziste mais a nação até que se completasse mil anos" (Ap 20,1-3).

É essa feliz expectativa que o Senhor quer que eu e você tenhamos no coração. A beleza das curas que aconteceram e acontecerão é apenas sinal do que teremos. Nossos corpos serão ressuscitados e não haverá mais morte, doenças, dor sofrimento ou lágrimas. Não seremos mais vítimas do pecado. Tudo mudará! A própria terra será transformada. Teremos uma terra nova. E quem fará isso? Jesus! Por isso dizemos:

Vinde logo! Vinde depressa, Senhor Jesus!

Foto Do livro: Céus Novos e uma Terra Nova

Padre Jonas Abib
pejonas@cancaonova.com
Fundador da Comunidade Canção Nova e Presidente da Fundação João Paulo II. É autor de diversos livros, milhares de palestras em áudio e vídeo, viajando o Brasil e o mundo em encontros de evangelização. Acesse: www.padrejonas.com

http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=56
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Carta de Dom Bosco à Juventude

O demônio tem normalmente duas artimanhas principais para afastar da virtude os jovens.

A primeira artimanha do demônio consiste em persuadi-los de que o serviço de Deus exige uma vida triste, sem nenhum divertimento ou prazer. Mas isto não é verdade, meus caros jovens. Eu vou lhes indicar um plano de vida cristã que poderá mantê-los alegres e contentes, fazendo-os conhecer quais são os verdadeiros divertimentos e prazeres para que vocês possam exclamar como o santo profeta Davi: "Sirvamos ao Senhor na santa alegria".

A segunda artimanha do demônio consiste em fazê-los conceber a falsa esperança de uma longa vida que permite converter-se na velhice ou na hora da morte. Prestem atenção, meus caros jovens, muitos se deixaram prender por esta mentira. Quem nos garante que chegaremos à velhice? Mas a vida e a morte estão entre as mãos de Deus que dispõe de tudo a seu bel-prazer.

E mesmo se Deus lhes concedesse uma longa vida, escutai, entretanto, sua advertência: "o caminho do homem começa na juventude, ele o segue na velhice até a morte". Ou seja, se jovens começamos uma vida exemplar, seremos exemplares na idade adulta, nossa morte será santa e nos fará entrar na felicidade eterna.

Se, pelo contrário, os vícios começam a nos dominar desde a juventude, é muito provável que eles nos manterão em escravidão por toda a nossa vida, até a morte. Triste prelúdio a uma eternidade terrível.

Para que esta infelicidade não lhes aconteça, eu lhes apresento um método de vida alegre e fácil, mas que lhes bastará para se tornarem a consolação de seus pais, a honra da pátria de vocês, bom cidadãos da terra, em seguida felizes habitantes do céu...

Meus caros jovens, eu os amo de todo o meu coração e basta-me que vocês sejam jovens para que eu os ame extraordinariamente. Eu lhes garanto que vocês encontrarão livros que lhes foram dirigidos pelas pessoas mais virtuosas e sábias em muitos pontos, mas, dificilmente, vocês poderão encontrar alguém que os ame mais do que eu, em Jesus Cristo, e lhes deseja mais a felicidade.

Conservem no coração o tesouro da virtude, porque possuindo-o vocês têm tudo, mas se o perderem, tornar-se-ão os homens mais infelizes do mundo. Que o Senhor esteja sempre com vocês e que Ele lhes conceda seguir os simples conselhos presentes, para que possam aumentar a glória de Deus e obter a salvação da alma, fim supremo para o qual fomos criados. Que o Céu lhes dê longos anos de vida feliz e que o santo temor de Deus seja sempre a grande riqueza que os cumule de bens celestes aqui e por toda a eternidade.

Vivam contentes e que o Senhor esteja com vocês. Seu muito afeiçoado em Jesus Cristo''.

É namoro ou amizade?

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É namoro ou amizade?

A espera sempre é o preço e a certeza da felicidade

Fazem parte do processo de amadurecimento humano as muitas dúvidas e as muitas perguntas que nos fazemos. Quando se trata de relacionamento, então, isso só aumenta. Ao conhecermos alguém e começarmos a nos aprofundar em uma amizade, chega um momento em que os sentimentos se confundem e a velha pergunta é feita no interior do nosso coração: "É namoro ou amizade?" O problema não está em se questionar, mas em querer obter respostas imediatas. Quem não espera o tempo certo da resposta e se precipita, não só corre o risco de perder uma boa amizade como também pode colocar a possibilidade de um bom namoro a perder.

Quando se trata de sentimento, as confusões interiores são naturais. Nosso coração, muitas vezes, é território desconhecido e surpreendente. A cada nova experiência ele age de maneira inusitada, nos desconcertando e nos deixando sem saber como agir. Não há uma regra no que se refere a sentimento e a relacionamentos, só a prudência no parar, esperar, observar para depois agir.

Toda amizade passa por fases de maturidade, as quais vão se desenrolando à medida que nos aproximamos da outra pessoa. Dentre essas fases, uma delas é conhecida pelas pessoas mais requintadas como "enamoramento", mas nós preferimos chamá-la de "paixão", cuja definição mostra bem os sentimentos que são vividos nesse momento: sentimento forte; designa amor, atração, acentuada predileção, etc. Quando nos aproximamos de alguém, nos tornamos amigos – seja de um homem ou de uma mulher – existe aquele momento de querer estar sempre perto, de saber e de participar da vida do outro, das suas lutas, dos seus desejos, de querer bem, de se importar com tudo o que ele vive, de cuidar, de amar de forma concreta. É justamente desta fase, completamente espontânea em qualquer amizade, que nós estamos falando.

É neste momento do relacionamento que a pergunta surge e começamos a nos questionar. O que é muito natural, principalmente quando diz respeito a uma amizade entre um homem e uma mulher. Mas se tentamos, já nesse estágio, dar respostas a esse questionamento podemos colocar tudo a perder. Isso acontece porque a paixão é comum tanto nas amizades, quanto nos relacionamentos amorosos, o que pode confundir o nosso coração. Mas então como discernir?

A primeira coisa é deixar esse tempo de intensas emoções passar. Deixar que o tempo seja o nosso melhor amigo e nos mostre a vontade de Deus para esse relacionamento. Só quando a poeira das emoções fortes abaixa é que conseguimos enxergar as coisas como realmente são. Depois disso, vemos a pessoa como verdadeiramente ela é, sem impressões imediatistas, percebendo seus defeitos e reforçando as suas qualidades. É neste momento que vamos parar, ponderar e, muito sinceramente, buscar em Deus uma resposta, para só então agir.

Quando não se vive esse processo de maneira tranquila e sadia, muitos problemas aparecem. Uma amizade que tinha tudo para dar certo, para fazer duas pessoas crescerem juntas, pode ser jogada no lixo pela pressa em responder aos questionamentos interiores. E, com isso, sempre alguém sai ferido por se sentir usado, por se desiludir com a outra pessoa e achar que tudo não passou de simples interesse.

Todo bom namoro começa com uma boa amizade. Mas nem toda boa amizade termina em um bom namoro. É preciso muita prudência, muita calma e paciência. Quem vive este tempo de forma madura acaba colhendo os melhores frutos do relacionamento. O namoro gerado pela amizade é sadio, sem ilusões ou precipitações, pois as pessoas lutaram para se conhecer antes de tomarem qualquer atitude. Por outro lado, se o relacionamento permanecer como uma boa amizade, o conhecimento adquirido e a maturidade alcançada pelos amigos vão gerar muito respeito, confiança e liberdade entre os dois. Em ambos os casos, a espera sempre é o preço e a certeza da felicidade.

Talvez você esteja com esse questionamento no seu coração. O relacionamento com alguém muito especial está levando você a se perguntar sobre a vontade de Deus para determinada amizade. Pare, espere, observe, reze e, só então, aja. Não queira se juntar ao grupo cada vez maior de pessoas frustradas em tantos relacionamentos, pois confundiram as coisas e trocaram os pés pelas mãos. Não se deixe levar pelo borbulhar de seus sentimentos, mas espere tudo se acalmar em seu interior para que você possa discernir bem a vontade de Deus e não colocar tudo a perder.

Entretanto, é bom lembrar que essa espera e esse discernimento precisam acontecer de ambas as partes. Ninguém ama sozinho nem convence o outro a amar. Por isso é preciso deixar passar a fase da paixão em ambos os corações, para, então, buscarem juntos – e em Deus – uma resposta coerente.

Quem, em suas amizades, soube viver tudo isso de forma serena e acertada, hoje pode testemunhar, pelos frutos, a realização plena da vontade de Deus. Por isso saiba esperar para depois responder a essa pergunta. Se é namoro ou amizade só o tempo vai responder, por isso, pague o preço da felicidade: espere!

Seu irmão, Renan Félix.

Brasil perdeu a copa, e agora?


Brasil perdeu a copa, e agora?

Como aprender com os erros


Assistimos nessa sexta-feira, dia 02 de julho, à triste derrota do Brasil para a Holanda nas quartas de final da Copa da África. Perdemos por 2 a 1. Que jogo! Quanta emoção em campo e nos lares, nas praças e nos locais onde milhares de brasileiros se reuniram para assistir a esse tão importante jogo.

Começamos bem, ao ponto de fazermos o primeiro gol do jogo. Tudo estava a nosso favor no primeiro tempo. Demonstramos um bom futebol nos primeiros minutos do jogo. Porém as coisas começaram a ficar difíceis para o nosso lado no segundo tempo. Surgiu o primeiro gol do adversário e com ele veio uma onda de instabilidade emocional em nossos jogadores. O jogo ficou tenso. Isso era notório no Dunga e em todos os jogadores em campo, bem como nos torcedores presentes no estádio. Enfim, perdemos. Fomos goleados pela Holanda. Fica a esperança e o desejo para a próxima copa em nossa casa em 2014. Quem sabe o nosso hexa virá em 2014?!

Com esse acontecimento tão recente e que deixou lembranças em toda a nação brasileira, quero fazer uma pequena reflexão. Como nos portamos diante de uma derrota? Como agimos diante de um fracasso, de uma derrota. Isso em todos os aspectos da nossa vida. No trabalho, nos estudos, num relacionamento e, às vezes, até em situações dentro de casa. Qual tem sido nossa postura como seguidores de Cristo diante da derrota?

Bom, para começo de conversa, tenho que dizer que o fracasso, a derrota são coisas naturais, comuns em nossa vida. Todos nós mais cedo ou mais tarde haveremos de passar por essa esperiência. Faz parte da vida do homem aqui na terra. Erramos o alvo com muita frequência e, às vezes, temos posturas esquisitas diante do erro. Às vezes, ficamos chateados, mal-humorados, tristes e até depressivos. Tratamos mal as pessoas que nos são próximas, etc.

Precisamos aprender com Jesus a nos posicionar como homens e mulheres de fé diante do fracasso. É bom lembrar que a vida não acaba com uma derrota. O Cristão é aquele que não desiste fácil. É um lutador. Ele cai e levanta. Levanta e cai. Diante de uma derrota devemos parar e avaliar o que a motivou. O que fizemos de errado? Como poderíamos ter evitado a derrota? Como faremos para superar o ocorrido? Quais as lições que tiramos de tudo isso?

Quando agimos assim, vivenciamos aquilo que o apóstolo Paulo diz em uma de suas cartas: "tudo concorre para o bem dos que amam a Deus”. Vamos lutar, agir e dar a volta por cima diante de nossas derrotas. Nada de ficar parado resmungando, triste e abatido, achando que tudo está perdido. Nada de ficar colocando a culpa nos outros. Nada disso. Vamos assumir nossos erros. Só assim cresceremos. Que fique claro para nós o seguinte: “Em Cristo, somos mais que vencedores”.

Levantemos a cabeça e continuemos a lutar. Para frente Brasil, para frente povo de Deus, filhos da terra de Santa Cruz.

Vanilton Lima – Secretaria de Planejamento e Gestão Shalom.

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Coragem para sermos melhores

Coragem para sermos melhores

(Baseado na Mensagem de Domingo dia 31 de Janeiro de 2010 na Comunidade Ide – Sorocaba-SP)

Muitas vezes entramos em um processo de desânimo, retrocesso e desconstrução. Como isso dói.
E é dessa forma que muitos chegam até nós: desiludidos, desanimados, confusos, decepcionados, cansados de serem fortes e outros cansados de serem fracos. Alguns chegam ao ponto de acreditar que Deus está muito distante deles.
Como é difícil para nós, depois de um exame interior, descobrirmos que em algumas áreas de nossas vidas nos tornamos piores. Ninguém gosta de retroceder.
Eu gostaria de refletir com vocês hoje sobre o tema: CORAGEM PARA SERMOS MELHORES.
O grande objetivo de Deus para a humanidade é nos tornar seres humanos melhores! E esse é o objetivo de Deus em Jesus. Ajudar o ser humano a ser melhor. Deus sempre está a favor do ser humano, a favor da vida.
Acredito que Deus não entrou e nem entrará na vida de ninguém para deixá-la pior.
Na bíblia existe uma palavra que representa esse processo, a melhora de Deus em nós. É a SALVAÇÃO. Entendo que: “Salvação é o plano de Deus para melhorar o homem”.
Precisamos entender que a salvação não vem de Jesus Cristo, ela é o próprio Jesus. Não é um passaporte para algum lugar, mas é assumir um compromisso com a pessoa de Jesus Cristo.
Concluímos que “Salvação, vida eterna e paraíso não são lugares para onde se vai. São termos que simbolizam uma pessoa com quem se relaciona”
"E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (João 17:3).

O que é salvação então?
Salvação é conhecer Jesus! Então, quando dizemos: Jesus me salvou, queremos dizer que Jesus começou uma obra em mim! Uma obra com o objetivo de me tornar um ser humano melhor.
“Porque Deus enviou o seu Filho (Jesus) ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado; porquanto não crê no nome do Unigênito Filho de Deus.” (João 3:17 - 18)
O desejo de Jesus é nos salvar. Tornar-nos pessoas melhores, plenas e realizadas. Dar uma vida abundante. (Jo 10:10)
Jesus não veio para nos condenar, porque se assim o quisesse, bastaria que não fizesse nada por nós. Mas foi o contrario. Ele quis nos salvar e desejou nos dar a oportunidade de sermos melhores.
“Deus não nos condena; Ele nos propõe o certo” (Fabio de Melo). Assim aconteceu com a mulher que não foi condenada quando pega em adultério. Jesus disse a ela: Vá e não peque mais. Ele propôs o certo para aquela mulher.

Algumas coisas que precisamos fazer para sermos melhores:
1. Assumir as besteiras que fazemos e não tentar esconder ou negar;
2. Dedicar mais tempo para a nossa vida espiritual;
3. Assumir que às vezes não estamos bem e precisamos de ajuda;
4. Reassumir nosso compromisso de cristão.
5. Deixar Deus ocupar mais espaço em nossas vidas

Precisamos inaugurar um novo tempo dentro de nós, porque enquanto isso não acontece, continuamos a viver o velho.

Em que área precisamos melhorar neste ano? O que precisamos aprimorar? Lado profissional? Relacional? – Talvez ocupar mais tempo com as pessoas que trouxemos ao mundo (filhos)? Que valores espirituais deixamos de lado? Quais coisas eu fiz ou deixei de fazer que me permitiram regredir ou piorar?
Queridos, esse processo da salvação de Deus em nós por meio de Jesus Cristo só é possível se abrirmos espaço para Ele. Deus não conseguirá construir em você se Ele não tiver espaço. Para isso existe outra palavra bíblica que nos ajuda a entender melhor esse processo, a CONVERSÃO.
Conversão é mudar de direção. É decidir-se andar ao lado de Deus. A conversão nos devolve para Deus.
E como viver esse processo de conversão? Pelo ARREPENDIMENTO (METANÓIA), ou seja, mudança de atitude interior e de pensamento. Arrependimento é diferente de culpa, pois a culpa nos paralisa e o arrependimento nos faz andar.

Comece hoje mesmo. Você tem muito trabalho pela frente.

“Só poderá andar 1.000 km aquele que der o primeiro passo”.

“Disse Jesus: Eis que eu estou à porta e bato, se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta eu entrarei, cearei com ele e ele comigo”. (Ap 3:20)

Adriano Ferreira

http://www.comunidadeide.com/src/index.html

segunda-feira, 24 de maio de 2010

marcio_zolinQueridos sentinelas, a paz de Jesus!
Estamos vivendo, no Ministério Jovem do Brasil, uma moção muito forte de Deus com relação à missão. Jesus tem nos chamado a dar um passo mais ousado para assumirmos a condição de Apóstolos da Efusão do Espírito Santo. E, para isso, Jesus nos pede um sim irrevogável e definitivo em nossa vida, com conversões verdadeiras. E pede, também, para que possamos viver este chamado, que estejamos dispostos a fazer grandes renúncias .

Essa moção tem tomado conta de todos os eventos jovens do Brasil. Percebemos uma grande disposição da juventude a assumir um alto nível de comprometimento com a obra, neste caso, a Renovação Carismática Católica. Assumindo nossa identidade e nos apresentando para essa grande missão que temos como um mandato dado pelo próprio Jesus de anunciar o Evangelho.

Somos chamados a difundir a Cultura de Pentecostes e fazer com que a nossa sociedade seja restaurada em suas estruturas.

Queridos, isso é um grande desafio e Jesus está pedindo uma reconstrução espiritual na vida de nosso Movimento, justamente para conseguirmos cumprir o que nos é dado por Ele como Missão.
Eu quero convidar toda juventude Carismática do Brasil a viver este tempo de graça. Veja a moção que nos foi dada em Tobias 13,16-17: Maldito seja quem te desprezar; desonrado, quem te caluniar; bendito seja quem te reconstruir! Alegrar-te-ás nos teus filhos, porque serão todos abençoados, e se reunirão junto do Senhor.

Irmãos somos todos convidados a fazer parte deste tempo, temos que estender este convite a todos que se afastaram, àqueles que tiraram férias permanentes da sua missão , àqueles que estão machucados e feridos.

Não podemos negligenciar quanto ao chamado de Deus, por isso, quero convidar todos coordenadores estaduais e diocesanos do MJ que estão sumidos, não dão noticias, estão isolados e estão vivendo em seu mundinho particular, seus próprios projetos particulares, que ainda estão com crise de identidade e não sabem que são chamados a serem Apóstolos da Efusão do Espírito Santo:
Ainda dá tempo de você viver e ser protagonista neste tempo. Como a Palavra fala, bendito seja quem te reconstruir .

Convoco a juventude para implantarmos nossos trabalhos em todas as dioceses e estados do Brasil, mesmo sofrendo rejeições e preconceitos, a Palavra diz: Maldito seja quem te desprezar .

Por isso, levanta-te juventude! Vamos reconstruir as muralhas! Levanta-te e aceita o chamado de Deus. Levanta-te e vamos viver a unidade e o amor fraterno. Levanta-te! Assumamos nossa identidade. Levanta-te e vamos transformar o Brasil e o mundo com esta graça que é Batismo do Espírito Santo.

Para enfrentarmos este grande combate, precisamos estar juntos, unidos em oração, na prática verdadeira do amor fraterno.

Encerro com a letra da musica tempo de abundância, muito significativa para esta fase que estamos vivendo (quem desejar ouvi-la, acesse nosso portal www.rccbrasil.org.br. Essa canção está com as cifras e também disponível para download); link: http://www.rccbrasil.org.br/noticia.php?noticia=6115

CHUVA DA PRIMAVERA
É TEMPO DE COLHER O QUE PLANTOU
SE COM LÁGRIMAS REGAMOS NOSSO CHÃO
É CERTO COM ALEGRIA CEIFARÁS
AMPLIA SUA VISÃO, PISE NESTE SOLO SANTO
O CAMPO JÁ PRODUZ SEU MANTIMENTO
E É LA QUE JORRA LEITE E MEL
É TEMPO DE ABUNDÂNCIA E RECONSTRUÇÃO
QUEM COLOCA A MÃO NO ARADO NÃO PODE OLHAR PRA TRAS
AVANCEMOS POIS A CONQUISTAR A NOSSA TERRA, NOSSA CASA, NOSSA BENÇÃO.

Abraço fraterno!


Márcio Zolin
Coordenador Nacional do Ministério Jovem

http://www.rccjovem.com/materiais-de-apoio-do-mj/13/446-carta-aberta-a-juventude-carismatica.html

Jovens decididos pelo Senhor

Dunga afirma: precisamos nos empenhar em agradar a Deus e não ao mundo

O que não agrada ao coração de Deus é fazermos de conta que Ele não existe, e vivermos orientando-nos apenas por conceitos humanos. A Palavra de Deus nos ordena não sufocar nem deixar cair no esquecimento o Espírito, e não desprezar as palavras dos profetas.

O Pai começou a formar Seu povo, que era teimoso, incoerente e violento, mas também sofrido. Deus sempre precisou de homens e mulheres, profetas e profetizas, até Cristo, Filho de Deus, que pregou, morreu e ressuscitou. Depois de Jesus, outros profetas tem pregado para o povo: apóstolos, discípulos, santos, Papas e os pregadores de nossa época.

Sabemos, porém, que desde Abraão até o Papa João Paulo II, é o próprio Espírito Santo quem nos converte. O mundo hoje, nos faz rejeitar as palavras dos profetas. A ordem de Deus é vivificarmos o Espírito em nós, em nossas palavras, na maneira de olhar, nos gestos, pensamentos e sentimentos.

Precisamos vivificar o Espírito santo onde estivermos, e não podemos nos deixar levar pelos programas de rádio e televisão seculares que exibem o contrário do que a palavra de Deus pede. O objetivo desses meios é extinguir o Espírito Santo. São pessoas que desconsideram as palavras dos profetas, pessoas com mentalidade totalmente errada. Não podemos, de maneira alguma, ser coniventes com elas.

Como cristãos, precisamos fazer a nossa parte.

Dunga


Jovens – São o futuro?

Jovens – São o futuro?

Lorena Soares
Missionária da Com. Católica Shalom



Quando o mundo diz que os jovens são o futuro, não o diz apenas porque somos os adultos de amanhã, nem para fugir da própria responsabilidade ou para transferir aos jovens algo concreto e sério a fim de que eles amadureçam. Por trás desta afirmativa está uma crença muito forte que diz estar na juventude o potencial de mudança. A cabeça dos jovens planeja o futuro. Esta geração é um celeiro de idéias. O mundo confia não só na imaginação, mas na capacidade dos jovens!

Quando se acredita que os jovens podem mudar o mundo é porque o potencial de realizar vai além do imaginar. Sua disposição e seu vigor alimentam a semente dos sonhos e aspirações de um mundo novo.

Ser o futuro é muito mais que ser o povo de amanhã; é ser o pai e a mãe, o professor e o médico, o engenheiro e o advogado, o padre, o consagrado...

Ser o futuro é hoje imaginar, sonhar, projetar, mais que isso, empenhar-se em realizar.

Desde a época dos nossos pais se diz que os jovens são o futuro do Brasil. O mundo projeta na juventude a promessa de um mundo melhor. Neles se coloca a expectativa de que as coisas sejam diferentes. A esperança nos jovens sempre foi assim. Os jovens são o futuro do país, o mundo fala isso em todas as línguas. A sociedade espera da juventude o que não pôde realizar; espera de nós o que desistiu de tentar; espera que tenhamos a coragem que muitos não tiveram. Espera tudo isso porque sabe que a ousadia é própria dos jovens.

Percebemos, então, que nós não podemos mudar o mundo. Que toda esta expectativa, mais dia menos dia será frustrada. Tantos planos e projetos não se realizarão por nossas mãos. E quanto mais o tempo passa percebemos quão verdadeiras são as nossas limitações e quanto já se passou sem que fizéssemos algo grandioso.

Toda esta expectativa de mudança é reflexo de um mundo que deseja a vida eterna. Espera-se que alguém ou algo de alguma forma se manifeste e que aconteça logo. Por isso a geração seguinte. Por isso pessoas diferentes das que eles já conhecem. Por isso jovens tão ousados e corajosos, tão criativos e livres.

Bem que devíamos ter protestado contra essa idéia quando tínhamos apenas doze anos e escutamos esta frase pela primeira vez... Ou poderíamos ter esquecido tudo isso, sem impor, a nós mesmos, tamanha responsabilidade.

Mas, temos que encarar o futuro. E para concretizá-lo precisamos viver bem o presente. O mundo canta: “deixa acontecer naturalmente...” Nós, porém, como jovens cristãos, somos chamados a viver sobrenaturalmente. Aderindo aos planos de Deus promovemos a transformação do mundo. Conformando-nos à Sua vontade, mudando nosso presente, nos projetamos num amanhã completamente novo. Afinal, Cristo é a eterna novidade.

Quando somos plenamente jovens já somos santos, pois somos aquilo que Deus quer que sejamos. Nós respondemos! Mas, é Ele quem nos leva, nos impulsiona para o futuro, nos lança em águas mais profundas, nos capacita e Sua Vontade acontece. Ser jovem é ser o que Deus pensa de nós como nos ensinou Teresa, a santa jovem de Lisieux. Quando somos jovens, vivemos o presente ao passo que renovamos a promessa de ser o futuro.

A esperança não é apenas dos nossos pais, professores, da sociedade ou dos nossos amigos, mas, principalmente, de Deus, que nos constitui seus filhos pelo Filho para n’Ele revelarmos o Pai e a esperança na vida eterna.

É próprio do ser humano desejar a plenitude, sonhar com o eterno, com o perfeito. E nós, que conhecemos a Deus, o Perfeito, o Pleno, o Eterno, o Amor, testemunhamos como seus filhos este Céu.

Vivendo esta filiação realizaremos mudanças maiores que o que poderíamos planejar. Com Ele à nossa frente percorremos todos os caminhos. Vivemos uma juventude reconstruída pelo Amor e , sem medo, testemunhamos que a esperança é Cristo e que é esta esperança que nos faz ser jovens. Não uma juventude “de idade”, porque essa passa. Mas a juventude de esperar em Deus.

Com muita tranquilidade vamos acolhendo esta missão pessoal de mudar o mundo e de resplandecer a esperança no Cristo. Testemunhamos para o mundo a liberdade de não apenas esperar, mas de depender totalmente de Deus.

Assim, o mundo poderá deixar de esperar dos jovens, passando a desejar ser jovem, porque jovem é aquele que se lança e ousa em Deus. E, com tantos jovens, o mundo poderá ser transformado. A esperança de que isto aconteça no futuro poderá ser vivida no presente. O que era distante e apenas promessa passa a ser real. E tudo isso não podemos entender, mas em Cristo podemos viver a esperança de ser o futuro.



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por
Revista Shalom Maná - Ed. Shalom

Espírito Santo - Alma da Igreja

Prezados irmãos e irmãs

A Igreja espalhada pelo mundo inteiro revive a solenidade de Pentecostes, o mistério do seu nascimento, do próprio "baptismo" no Espírito Santo (cf. Act 1, 5), que teve lugar em Jerusalém cinquenta dias depois da Páscoa, precisamente na festividade judaica de Pentecostes. Jesus ressuscitado dissera aos discípulos: "Permanecei na cidade até serdes revestidos da força do Alto" (Lc 24, 49). Isto aconteceu de forma sensível no Cenáculo, enquanto todos estavam reunidos em oração com Maria, Virgem Mãe. Como lemos nos Actos dos Apóstolos, repentinamente aquele lugar foi invadido por um vento impetuoso, e umas línguas de fogo pairaram sobre cada um dos presentes. Então, os Apóstolos saíram e começaram a proclamar em diversas línguas, que Jesus é Cristo, o Filho de Deus, morto e ressuscitado (cf. Act 2, 1-4). O Espírito Santo, que com o Pai e o Filho criou o universo, que guiou a história do povo de Israel e falou por meio dos profetas, que na plenitude dos tempos cooperou na nossa redenção, no Pentecostes desceu sobre a Igreja nascente tornando-a missionária, enviando-a para anunciar a todos os povos a vitória do amor divino sobre o pecado e a morte.

O Espírito Santo é a alma da Igreja. Sem Ele, ao que se reduziria ela? Sem dúvida, seria um grande movimento histórico, uma instituição social complexa e sólida, talvez uma espécie de agência humanitária. E na verdade é assim que a julgam quantos a consideram fora de uma perspectiva de fé. Na realidade, porém, na sua verdadeira natureza e também na sua mais autêntica presença histórica, a Igreja é incessantemente plasmada e orientada pelo Espírito do seu Senhor. É um corpo vivo, cuja vitalidade é precisamente o fruto do invisível Espírito divino.

Estimados amigos, este ano a solenidade de Pentecostes coincide com o último dia do mês de Maio, em que habitualmente se celebra a festa mariana da Visitação. Este acontecimento convida-nos a deixar-nos inspirar e como que instruir pela Virgem Maria, que foi a protagonista de ambos os eventos. Em Nazaré Ela recebeu o anúncio da sua singular maternidade e, imediatamente depois de ter concebido Jesus por obra do Espírito Santo, pelo mesmo Espírito de amor foi levada a ir ao encontro da idosa parente Isabel, que tinha chegado ao sexto mês de uma gravidez também prodigiosa. A jovem Maria, que traz no seio Jesus e, esquecendo-se de si mesma, acorre em socorro do próximo, é ícone maravilhoso da Igreja na juventude perene do Espírito, da Igreja missionária do Verbo encarnado, chamada a trazê-lo ao mundo e a testemunhá-lo especialmente no serviço da caridade. Por conseguinte, invoquemos a intercessão de Maria Santíssima, para que a Igreja do nosso tempo seja poderosamente fortalecida pelo Espírito Santo. De modo particular, que sintam a presença confortadora do Paráclito as comunidades eclesiais que sofrem perseguição pelo nome de Cristo a fim de que, participando nos seus sofrimentos, recebam abundantemente o Espírito da glória (cf. 1 Pd 4, 13-14).



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por Papa Bento XVI *

http://www.comshalom.org/formacao/exibir.php?form_id=4526

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Esses dias tenho orado e pensado sobre a grande promessa que o Senhor tem feito já a alguns anos sobre um poderoso avivamento no Brasil e na América Latina, que se espalhará por toda a face da terra. Cremos nisso, esperamos por essa intervenção de Deus e pedimos sempre para que essa graça nos alcance o quanto antes.
Muitas pessoas tem orado e vigiado nesta intenção, quantos tem experimentado algo novo em sua vida por essa expectativa, no intuito de viver esse novo de Deus.
As vezes nos perguntamos, como se dará isso. Eu posso afirmar para você que não sei, somente sinto que se aproxima e que precisamos orar e consagrar nossa vida e nosso tempo para que esse renovo de Deus aconteça o quanto antes.
Algo que se faz muito necessário, é a compreensão de que esse avivamento não é algo pessoal, isolado para um grupinho seleto de pessoas, de pensantes e orantes, de privilegiados, não, esse avivamento que se aproxima é algo extraordinário de Deus para a nação, e da nação para o mundo todo.
Avivamento pessoal eu consigo por um aprofundamento na vida de oração, por um contato intenso e disciplinado com a Palavra de Deus, adorando ao Senhor, buscando um relacionamento intimo com o Espírito Santo, vivendo uma vida em retidão e santidade, e o renovo vem para a minha vida pessoal. Eu particularmente, desde meu encontro pessoal com Jesus no ano de 1995, vivo avivado, na graça do primeiro amor, a intensidade carismática tem crescido a cada novo dia em mim.
Não estamos esperando um avivamento para um determinado grupo de oração ou para uma diocese, para um estado, estamos orando e esperando uma ação poderosa de Deus na nação, capaz de dissipar as trevas, a obra do pecado, a indiferença religiosa, trazer unidade, milgres, fazer o extraordinário acontecer no ordinário desse povo. Não podemos nos iludir que será um mover de Deus para uma pastoral ou movimento, é algo que atingirá o todo da Igreja e das denominações cristãs.
A nação inteira se voltará para o seu Senhor, as festas mundanas cessarão, por todos os recantos da nação, acontecerão reuniões de adoração, de oração, a sede por Deus crescerá, e muitos serão alcançados pela presença de Deus!
Não tenho dúvidas de que o Senhor escolheu a Igreja Católica para ser portadora dessa grande graça, por ela ser a mãe de todos, mesmo que não a acolham assim. Já pude ouvir muitos relatos de lideranças evangélicas, que afirmam esperar por esse avivamento na Igreja Católica para se unirem a nós. Deus tem falado com eles sobre isso, eles só estão esperando acontecer.
Monsenhor Jonas Abib diz no livro “Reinflama o Carisma”: “Os verdadeiros evangélicos que estão no meio protestante a seu tempo haverão de voltar. Antes do Dia do Senhor, Ele mesmo vai derrubar o muro que infelizmente tinha sido levantado. ‘Então haverá um só Rebanho e um só Pastor’. (Jo 10, 16).”
Creio que o tempo é favorável para clamarmos com muita força por essa ação do Espírito Santo, que irá renovar a face da terra, que irá trazer muito quebrantamento e conversão, que suscitará profetas, ministros de cura e milagres, que atrairá milhares e milhares para Cristo, para a Igreja. Algo importante a ser vivido por nós que estamos orando e esperando esse maravilhoso mover de Deus é a quebra de todos os pré-conceitos, precisamos romper com as manias de querer enteder tudo e dominar tudo. Jesus deu uma única direção aos discípulos: “Eu enviarei sobre vós o que o Pai prometeu. Por isso, permanecei na cidade até que sejais revestidos da força do alto”. (Lc 24, 49).
Jesus não deu nenhuma palavra de direção, somente uma ordem lhes foi dada: “permanecei na cidade até que sejais revestidos da força do alto”. É exatamente isso que temos que buscar, colocarmo-nos na brecha da intercessão para que o avivamento aconteça, escutar o Senhor, obedecer sua direção, nos desprogramarmos para experimentar o poderoso avivamento, o verdadeiro avivamento.
Quando nos reunirmos para clamar, estarmos abertos para o que o Senhor vai inspirar – se o Espírito nos mover a orar entre gritos, assim o faremos; se o Senhor nos chamar ao silêncio, assim nos colocaremos na presença dEle; se o Senhor quebrantar nosso coração e orarmos entre lágrimas, assim estaremos aos pés do Senhor. Desprograme-se, essa experiência que o Espírito quer nos levar a viver não pode se submeter a cronogramas, scripts, a maneiras já convencionadas de orar, deixemos por favor o Espírito Santo coordenar, acho que chegamos no tempo de deixá-Lo dirigir as coisas, e não dirigirmos o Espírito Santo, querendo que Ele faça aquilo que desejamos e programamos, não podemos engaiolar o Espírito, colocá-Lo dentro do nosso quadrado, deixemos o Santo Espírito agir, trabalhar.
Quando um país entra em alerta por causa de uma tsunami, todas as autoridades se mobilizam na espera da onda, sem saber a que horas ela vem e qual é o tamanho dela, geralmente ela os pega desprevinidos, ou não se tem muito tempo para organizar tudo. Fala-se de uma “segunda onda” do Espírito Santo, desejo do fundo do coração que ela nos pegue desprevinidos, para que não a resistamos e não impeçamos aquilo que ela quer fazer, aquilo que o Espírito deseja realizar. Eu não posso ser impecilho para o mover do Espírito, meus esquemas não podem ser impecilho para o que Deus quer fazer. Desprograme-se, confie no Espírito, espere o que Ele tem, não queira que ela faça do seu jeito, mas do dEle.
“Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído como de um vento forte, que encheu toda a casa em que se encontravam. Então apareceram línguas como que de fogo, que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito lhes concedia expressar-se”. (At 2, 1-4).
Eles foram dóceis e a graça de Deus os atingiu, o avivamento aconteceu, basta vermos onde chegou a Boa Nova pela unção e ousadia que os discípulos receveram do Espírito, e como os sinais os acompanhava na pregação da palavra. Estavam desprogramados.
O segredo é esperar o mover de Deus, estar livre para que o Espírito conduza tudo, orar sem cessar para que se cumpram as promessas.
Não somos os únicos que têm orado por esse avivamento prometido, conheço outros grupos católicos e muitos outros grupos evangélicos que estão esperando o mover de Deus. Unamo-nos para suplicar o poderoso avivamento!
Em expectativa,Pe.Roger Luis
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